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Ringside Views

O Ringside Views é o nosso boletim trimestral sobre temas importantes para o setor.Cada edição aborda perguntas levantadas na nossa próxima Sessão Ringside – um evento transmitido ao vivo no qual participantes do setor discutem as questões que o mercado enfrenta e as oportunidades que estão se abrindo. Esta edição se concentra na tecnologia 5G e na Internet das coisas (IoT).

Momento decisivo para a tecnologia 5G e a IoT

Em um mundo em escala cibernética que se baseia em ciclos de software e DevOps, as operadoras que adotam a abordagem de “esperar para ver” a 5G e a IoT estão deixando de lado um mercado que fundamentará e habilitará cada um dos setores verticais em nível global.

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Ray Le Maistre

O verdadeiro 5G poderia se levantar por favor

Ray Le Maistre

Editor-Chefe da Light Reading

Insights do setor

O primeiro de uma série trimestral de Insights do setor: Ray Le Maistre, Editor-Chefe da Light Reading, compartilha ideias sobre a necessidade premente de um consenso em torno da 5G. Clique abaixo para ler o artigo exclusivo. 

“A tecnologia 5G é uma oportunidade para um grande avanço em todos os setores, mas o excesso de alarde e expectativas pouco realistas podem minar a confiança e a colaboração necessárias para transformá-la em realidade”

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Na berlinda

Assista ao vídeo em que Arun Bansal, Presidente da Ericsson para Europa e América Latina, discute a posição retardatária que a Europa está assumindo em relação à tecnologia 5G, o que as operadoras precisam fazer para inovar e as decisões difíceis que terão que tomar em futuro próximo.

Reflexões sobre a implantação da tecnologia 5G

Aproveite ao máximo os seus ativos

As operadoras não possuem desculpa para deixar de lançar as bases de suas redes móveis de próxima geração, pois a retrocompatibilidade faz parte do Novo Rádio 5G Não Autônomo (NSA 5G NR). No entanto, lançar as bases certas – e com boa relação custo/benefício – não é tarefa fácil. 

Diferentemente das tecnologias móveis anteriores, a 5G representa uma oportunidade de obter novos fluxos de receita com a implantação de uma rede que pode ser montada sob medida para atender aos diversos requisitos de diferentes setores verticais, de saúde e indústria manufatureira até serviços públicos e transporte. Alguns setores exigirão alta taxa de transferência e baixa latência – e estão dispostos a pagar mais por isso –, enquanto outros precisarão conectar muitos dispositivos à rede ao menor custo possível e consumindo a menor quantidade de energia possível.

Uma reflexão importante para as operadoras é que novos fluxos de receita provavelmente virão de muitas fontes, cada uma delas com demandas de estrutura específicas. Com isso em mente, a Ericsson criou uma estratégia de evolução para a implantação do 5G que possibilita às operadoras agir rápido aproveitando ao máximo suas redes já existentes e, ao mesmo tempo, posicionando-se para aproveitar oportunidades futuras de oferecer serviços sob medida para diferentes casos de uso.

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Parcerias no ecossistema estratégico das operadoras de telecomunicações

Parceiros atenciosos

A tecnologia 5G abrirá toda uma gama de oportunidades e acena com um enorme potencial de receita para as operadoras, que, no entanto, precisarão realizar algumas mudanças para apoiar seus parceiros B2B.

Como pontua Michael Martinsson, Diretor de Soluções de TI e de Nuvem da Ericsson, no artigo abaixo,  as operadoras precisam olhar para os negócios que já têm antes de possibilitar a transformação digital de terceiros e monetizar esses relacionamentos. As operadoras precisam de APIs abertas tanto para uso próprio quanto para trabalhar com parceiros externos – e precisam de ajuda para expor informações analíticas para capitalizar a riqueza de dados criada por suas redes. Melhores recursos BSS também serão cruciais para atender a demandas em tempo real de ecossistemas mais amplos.

Trata-se de desafios importantes que a comunidade das operadoras terá que enfrentar no futuro, mas aquelas que trabalham com parceiros têm a maior chance de estabelecer relacionamentos lucrativos e duradouros.

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Por que um número maior de dispositivos inteligentes ainda não faz parte da nossa vida?

A orquestração da fantasia

Visões futuristas de vidas inteligentes, cheias de dispositivos conectados, não são novidade – de fato, são cultivadas há décadas. A tecnologia para transformá-las em realidade já existe. Por que, então, elas não se concretizaram e o que é preciso mudar? 

A resposta simples é orquestração. A vida conectada está evoluindo como um conjunto de diferentes aplicativos e tecnologias de uma miríade de fornecedores, e é preciso que todos eles trabalhem juntos para criar uma experiência perfeita. Mas, com as múltiplas combinações e possíveis interações envolvidas, não seria sensato que as operadoras tentassem ditar esse futuro. É necessário que os consumidores liderem a orquestração. As operadoras precisam se manter flexíveis e apoiar o processo com dados de suas redes, APIs abertas, colaboração e ecossistemas amplos para que os orquestradores possam compor uma sinfonia agradável aos ouvidos do usuário final.

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Estratégias para IoT

Exemplos de sucesso

Operadoras que estão abrindo caminho na arena do IoT estão iluminando uma trilha que agentes mais cautelosos podem usar para conquistar os benefícios da IoT.

Este é o ponto mais importante de um estudo da Ericsson que entrevistou 20 dos principais prestadores de serviços. Analisando sua abordagem do mercado e as competências que têm em comum, o relatório define vários papéis na IoT que se adequam a diferentes tipos de operadora. Isso abrange de prestadores de serviços de rede com foco em conectividade confiável e escalonável a criadores de serviços que oferecem serviços ponta a ponta para ajudar os clientes na transformação digital de seus negócios.

O relatório também estabelece uma estrutura de posicionamentos com exemplos de serviços que as operadoras podem implantar para escalar a cadeia de valor da IoT. 

Com a previsão de que 20 bilhões de dispositivos IoT estarão conectados até 2023, simplesmente não existe operadora que não esteja empolgada com a possibilidade de criar um novo fluxo de receita lucrativo. Como demonstra o relatório, há algumas operadoras pioneiras nas quais aquelas que estão tentando recuperar o tempo perdido podem se espelhar.

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O guia para realizar o potencial do negócio da digitalização setorial com a tecnologia 5G

Uso de clusters para atravessar bem o burburinho do 5G

Para onde quer que se voltem, as operadoras estão sendo bombardeadas por promessas de novos fluxos de receita enormes que a chegada da tecnologia móvel 5G e os recursos de IoT associados trará. Mas por onde elas devem começar? Não há nada de errado com a eloquência dos discursos, mas as operadoras também precisam de orientação para fazer frente a essas novas oportunidades.

A resposta está em dividir o mercado em clusters. Em colaboração com a Arthur D Little, a Ericsson segmentou o mercado – cujo valor para as operadoras pode chegar a US$ 619 bilhões até 2026 – em nove clusters com base em aplicações para criar um guia para as operadoras e ajudá-las a enfrentar desafios de implantação. A abordagem dos clusters é importante para garantir o compartilhamento de riscos e recompensas em todos os casos de uso e setores.

Dois “aa” serão particularmente interessantes: automação e automotivo. O cluster de automação em tempo real é o maior, implicando uma oportunidade potencial de receita de US$ 101 bilhões. Aplicações como sensores remotos e medidores automáticos já estão em uso, mas a tecnologia 5G embute o potencial para aplicações de missão crítica em setores como saúde e energia ou veículos conectados, que é menor – US$ 69 bilhões –, mas impõe menos barreiras de entrada. Contudo, novos regulamentos e modelos de monetização podem se mostrar desafiadores.

As operadoras precisam se concentrar em seus pontos fortes ao escolher os clusters nos quais querem atuar e terão que renovar modelos de negócio de legado e estruturas operacionais para se adaptar. Se forem ambiciosas, podem obter receitas significativas.

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Falta clareza sobre o espectro 5G

Onde está a mão invisível?

A tecnologia 5G representa uma imensa oportunidade de crescimento econômico e aumento da produtividade, mas é preciso que os países estejam em uma posição que permita capitalizá-la. A disponibilidade do espectro é uma das principais barreiras para o progresso e, da mesma forma como ocorreu com as tecnologias 3G e 4G, a Europa e a América Latina já estão atrasadas em relação aos EUA, Coreia do Sul e outros países mais proativos.

Embora tenha havido alguns avanços e promessas, não se está fazendo o suficiente para garantir espectro adequado e disponível em todos os mercados. E novos atrasos ou uma abordagem fragmentada podem deixar escapar os benefícios da inovação e da Indústria 4.0.

Mas nem tudo está perdido: decisões políticas inteligentes com ênfase na implantação, não em encher os cofres públicos, podem reposicionar a Europa nessa corrida.

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