Flexibilidade nas redes de transporte 5G: o segredo para atender a demanda de conectividade

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No 5G, as macrorredes tradicionais podem estar densificadas e complementadas por meio de adições de células pequenas. A maior capacidade do rádio será fornecida por meio de avanços nessa tecnologia, como multiusuário MIMO e formação de feixe, bem como disponibilidade de bandas novas e de maior espectro. Consequentemente, a capacidade do ambiente de rádio 5G alcançará níveis muito altos, exigindo redes de transporte para se adaptar. O transporte não servirá apenas a um grande número de locais de rádio, mas cada local dará suporte a enormes volumes de tráfego, o que pode ser altamente explosivo devido à taxa de pico disponível em 5G.
Pessoas caminhando na estação de trem.

As redes de transporte precisarão exibir um alto grau de flexibilidade para dar suporte a novos serviços. Para essa finalidade, os recursos principais são abstração e capacidade de programação em todos os aspectos da rede; não apenas a conectividade, mas também armazenagem e processamento. A flexibilidade por meio da capacidade de programação é uma característica significativa que permitirá que as redes de transporte 5G deem suporte rápido ao mercado para novos serviços e dimensionamento eficiente.

Para fornecer o nível necessário de flexibilidade é preciso integração mais próxima entre o rádio 5G, redes de transporte e infraestrutura de nuvem. Isso pode ser realizado com pano de fundo de implantação de célula pequena, convergência de acesso e backhaul, além de migração de equipamentos e tecnologias, ao mesmo tempo em que se controla custos.

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