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Em 2020, um terço dos consumidores serão usuários de realidade virtual

  • Estudo da Ericsson produzido pela área de ConsumerLab afirma que visualização de vídeo sob demanda (VOD) e visualização linear em todo o mundo serão praticamente iguais em apenas três anos sendo que no Brasil, 40% do tempo de visualização diz respeito a VOD
  • No Brasil, cerca de metade da visualização é feita em uma tela móvel, 22% apenas em smartphones
  • Em todo o mundo até 2020, um em cada três consumidores serão usuários de realidade virtual (VR)

Press release  |  out 09, 2017 | 07:00 (GMT +00:00)

#TVandMedia #ConsumerLab

Available in English Español (Latinoamérica) Português (Brasil)

A Ericsson (NASDAQ:ERIC) apresenta a oitava edição do Relatório Anual de TV e Mídia, produzido pela área de ConsumerLab da Ericsson, que há mais de 20 anos estuda o comportamento dos usuários na internet. Dentre os principais destaques dessa última versão está o crescimento em visualização de TV e vídeo, além da mudança constante na maneira com que os consumidores assistem aos conteúdos.

Com o suporte de oito anos de amplo conhecimento em mídia, o Ericsson ConsumerLab prevê que, globalmente, o crescimento da visualização sob demanda continuará aumentando até 2020, totalizando quase 50% da visualização total. Metade de toda a visualização de TV e vídeo acontecerá em uma tela móvel (tablets, smartphones e notebooks), um aumento de 85% desde 2010, com o smartphone representando cerca de um quarto desse total (um aumento de aproximadamente 160% desde 2010). Além disso, a realidade virtual (VR) se concretizará com um em cada três consumidores se tornando usuários de VR até 2020.

A visualização de TV e vídeo está crescendo, mas como, quando e onde assistimos a conteúdos vem mudando

André Gualda, consultor sênior do Ericsson ConsumerLab e responsável pelo estudo, diz: “É impressionante notar como os consumidores brasileiros vêm assistindo cada vez mais TV e vídeo em seus smartphones. Em 2011 o smartphone representava apenas 7% do tempo gasto assistindo TV e vídeo, e hoje esse número já chega perto de um quarto do total”.

No Brasil, o tempo gasto assistindo a conteúdos de TV e vídeo atingiu o maior nível de todos os tempos de quase 31 horas por semana (incluindo a visualização ativa de TV de programação linear, serviços de internet ao vivo e sob demanda, conteúdo registrado e baixado, assim como DVD e Blu-ray) comparado com 30 horas por semana globalmente. No entanto, cerca de 70% dos espectadores agora preferem a visualização sob demanda em vez da visualização de TV com programação linear, um aumento de quase 25% desde 2011.

Atualmente, três em cada cinco consumidores já pagam por serviços de vídeo e TV sob demanda e 53% dizem que aumentarão o gasto com serviços sob demanda nos próximos seis a 12 meses comparado com 32% globalmente. A portabilidade também está se tornando um fator importante, com 55% dos consumidores querendo acesso a conteúdos quando estão no exterior.

A visualização em smartphone também está ganhando o seu espaço no Brasil: 84% dos consumidores agora assistem a vídeos em um smartphone, mais do que o dobro de 2012, e o dispositivo agora contabiliza quase um quarto do total de visualização de TV e vídeo.

No Brasil, jovens de 16 a 19 anos são os que mais assistem a conteúdos a cada semana (33 horas). No entanto, o grupo dessa faixa etária já gasta mais da metade do tempo assistindo a conteúdos sob demanda e mais de 54% das horas assistindo à TV e a vídeos é gasta em uma tela de dispositivo móvel.

Os desafios da descoberta de conteúdo ainda persistem

Os resultados também mostram que embora os consumidores tenham mais acesso a serviços de TV e vídeo do que nunca, o tempo médio gasto pesquisando por conteúdo no Brasil aumentou quase em uma hora por dia, representando um aumento de 20% desde o ano passado. Na verdade, 15% acreditam que se perderão na vasta quantidade de conteúdos sob demanda disponíveis no futuro.

Com a experiência do usuário se tornando cada vez mais fragmentada, 7 em cada 10 consumidores agora classificam a descoberta de conteúdo como “muito importante” ao assinarem um novo serviço, enquanto que 83% querem uma “pesquisa universal para TV e vídeo” no Brasil.

As experiências importam

“Este ano também marca a primeira vez que exploramos o nível do interesse do consumidor em VR em conjunto com o consumo de mídia, e os resultados foram fascinantes. A VR tem o potencial de aproximar as pessoas de todas as partes do mundo e criar experiências de mídia mais profundas, mais personalizadas e mais completas. Como a expectativa dos consumidores para a visualização sob demanda, móvel e imersiva continua aumentando, o setor de TV e mídia deve se concentrar em fornecer serviços altamente personalizados com a melhor qualidade possível disponível”, complementa Gualda.

A qualidade social e imersiva da tecnologia de VR está ajudando a adicionar uma nova e valorosa dimensão à experiência de visualização. Com um terço dos consumidores globais projetados como usuários de VR até 2020 (45% no Brasil), espera-se que tecnologia tenha um papel essencial no futuro da TV e vídeo.

No entanto, se o interesse do consumidor em VR realmente aumentar, várias coisas precisarão mudar. Cerca de 60% dos consumidores no Brasil que planejam adquirir dispositivos de VR iriam preferir que os headsets fossem mais baratos e quase metade acredita que deveria haver mais conteúdo imersivo disponível. Aproximadamente, 40% estariam mais interessados em VR se pudessem adquirir um pacote de VR da provedora de TV e vídeo.

Os brasileiros também valorizam as experiências de visualização em alta qualidade, assim como as experiências imersivas: 21% dos consumidores entrevistados dizem já ter acesso a uma tela de TV de 4K UHD e 60% pretendem adquirir uma.

Sobre este relatório

Dados quantitativos foram coletados de 13 países. Aproximadamente 20.000 entrevistas online foram realizadas com pessoas entre 16 a 69 anos no Brasil, Canadá, China, Alemanha, Índia, Itália, Rússia, Coreia do Sul, Espanha, Suécia, Taiwan, Reino Unido e Estados Unidos. Todos os entrevistados possuem uma conexão de internet de banda larga em casa e assistem à TV e a vídeos pelo menos uma vez por semana e quase todos utilizam a internet diariamente. Este estudo representa mais de 1 bilhão de pessoas. Dados qualitativos foram coletados por meio de entrevistas detalhadas conduzidas em realidade virtual (VR) com usuários de VR que falam inglês. Todos esses participantes possuem vários dispositivos e conexão de internet de banda larga.

A pesquisa do Brasil é baseada em 1500 entrevistas online com indivíduos que possuem uma conexão de internet de banda larga em casa e assistem à TV e a vídeos pelo menos uma vez por semana, representando 90 milhões de brasileiros.

Sobre o Ericsson ConsumerLab:

O Ericsson ConsumerLab tem mais de 20 anos de experiência estudando os comportamentos e os valores das pessoas, incluindo a maneira como agem e pensam sobre produtos e serviços de TIC. O Ericsson ConsumerLab fornece insights únicos sobre tendências de mercado e consumidor, obtendo seu conhecimento através de um programa de pesquisa do consumidor global baseado em entrevistas com 100 mil indivíduos a cada ano, em mais de 40 países, estatisticamente representando a visão de 1,1 bilhão de pessoas. Métodos quantitativos e qualitativos são usados e centenas de horas são passadas com clientes de diferentes culturas. Para estar perto do mercado e dos consumidores, o Ericsson ConsumerLab tem analistas em todas as regiões em que a Ericsson está presente, desenvolvendo um entendimento global completo dos modelos de negócio e mercado de TIC.

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