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Desde 2012, consumo de vídeo em dispositivos móveis aumenta em mais de 100 horas por ano no Brasil

Disponível em Español Português
Press release
Nov 03, 2016
Um grupo de adolescentes que olham a mídia em uma varanda.
  • Relatório de TV & Media do Ericsson ConsumerLab revela crescimento na visualização de vídeos em dispositivos móveis
  • No Brasil, o tempo semanal gasto assistindo TV e vídeos em dispositivos móveis cresceu 55% nos últimos cinco anos
  • A visualização de vídeos curtos - como os do YouTube - aumentou em quase 20% desde 2011 no Brasil.

A Ericsson (NASDAQ: ERIC) acaba de divulgar a sétima edição do seu relatório anual de TV & Media, produzido pelo ConsumerLab, área que há mais de 20 anos estuda o comportamento dos usuários. O estudo detalha a rápida e enorme mudança no comportamento em relação à televisão e à visualização de vídeos devido à mobilidade. O relatório também mostra que, enquanto o vídeo em dispositivo móvel e a visualização de TV sob demanda aumentaram ao longo dos últimos sete anos, encontrar conteúdo continua a ser uma enorme frustração para os consumidores.

A mudança continuou para o móvel:

O tempo médio de visualização em dispositivos móveis aumentou mais de 100 horas por ano desde 2012 no Brasil, passando de 9,1 horas por semana em 2012 para 11,2 horas em 2016. O surto de visualização móvel é compensado por um declínio de 8,2 horas por semana na visualização em tela fixa, mas, no entanto, o apetite pela TV e por vídeos de qualidade não está diminuindo.

  • A participação semanal do tempo gasto assistindo TV e vídeo em dispositivos móveis aumentou em 55% (2011-2016). Já a participação semanal dos dispositivos fixos, como TV e desktop, caiu 11% em relação ao mesmo período;
  • 58% dos consumidores no Brasil estão "muito interessados" em um plano de dados móveis, que inclui streaming de vídeo sem restrições.

Descoberta de conteúdo - qual o tamanho da dificuldade?

Uma questão importante, com destaque para o relatório, é a baixa satisfação dos consumidores ao tentar encontrar algo para assistir. 62% dos consumidores brasileiros dizem que não conseguem encontrar nada para assistir na TV regular diariamente. Por outro lado, os consumidores do Brasil gastam 9% mais tempo escolhendo o que assistir nos serviços de VOD do que na TV regular.

Paradoxalmente, 62% dos consumidores afirmam que estão muito satisfeitos com a descoberta de conteúdo quando se trata de seu serviço de VOD, enquanto apenas 44% dizem o mesmo da TV regular. Os resultados sugerem que, embora o processo de descoberta de VOD seja mais demorado do que a transmissão por TV regular, os consumidores o classificam como menos frustrante, já que ele promete, implicitamente, a oportunidade de assistir o que quiser onde e quando quiser.

A popularidade de serviços sob demanda sobe:

O tempo total de visualização de conteúdo sob demanda, como série de TV em streaming, filmes e outros programas de TV, aumentou quase 10% desde 2011 no Brasil. Os fortes indicadores desse crescente engajamento e satisfação com os serviços VOD incluem:

  • 64% dos consumidores assistem dois ou mais episódios do mesmo programa semanalmente, mais de um quarto diz fazer isso diariamente, o que demonstra como assistir séries sob demanda já se tornou parte fundamental do consumo de TV e vídeo
  • Enquanto as residências usam 1,3 serviço de TV regular, elas também usam 3 serviços de VOD
  • 57% dos entrevistados dizem assistir YouTube diariamente. 20% desses consumidores dizem assistir YouTube por mais de três horas por dia.

André Gualda, especialista do ConsumerLab da Ericsson na América Latina e Caribe, diz: "Manter a periodicidade de uma pesquisa tão abrangente, feita todo ano desde 2010 nos proporciona uma visão única de como as necessidades dos consumidores estão mudando rumo ao acesso contínuo entre dispositivos e locais, com TV de alta qualidade e conteúdo de vídeo. Para os jovens na faixa dos 20 anos, em particular, o acesso a smartphones é fundamental, mas não significa que eles não gostem da experiência na TV regular. De fato, eles esperam a flexibilidade de uma oferta à la carte, com conteúdo de mídia linear e sob demanda. Os consumidores querem sua própria experiência personalizada com conteúdo que os fidelize."

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