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Tecnologias vestíveis: da moda fitness à segurança pessoal

Press release  |  jun 18, 2016 07:00 (GMT +00:00)

IoT   #consumerlab #consumertrends #wearables #internetofthings #safety

Available in English Español (Latinoamérica) Português (Brasil)

 

  • Um conjunto mais diversificado de tecnologias vestíveis, como dispositivos de segurança pessoal e roupas inteligentes, será o foco de 2020 em diante
  • Um em cada três usuários de smartphones acredita que utilizará, no mínimo, cinco tecnologias vestíveis conectadas depois de 2020
  • 47% dos usuários de smartphones no Brasil esperam que as tecnologias vestíveis possam substituir os smartphones

Mais um estudo a respeito de tecnologias vestíveis chega ao mercado. A Ericsson (NASDAQ: ERIC) por meio de sua área que estuda o comportamento do usuário há mais de 20 anos, ConsumerLab, acaba de divulgar dados do relatório “Tecnologia vestível e a Internet das Coisas”. O estudo mostra que seis em cada 10 usuários de smartphones afirmam que as tecnologias vestíveis podem ser usadas além do setor de saúde e bem-estar. Dispositivos relacionados à segurança pessoal, como botões do pânico e localizadores pessoais, atraem a maioria das atenções não só em países como Reino Unido e EUA, como aqui no Brasil também.

As cinco tecnologias vestíveis mais desejadas no Brasil (% interesse e disposição para comprar):

  1. Botão SOS/do Pânico (50%)
  2. Smartwatch (50%)
  3. Autenticador de identidade (42%)
  4. Rastreador de atividades ou fitness (42%)
  5. Purificador de água inteligente (41%)

O relatório reúne opiniões de 5.000 usuários de smartphones (dos quais 2.500 são usuários de tecnologia vestível) no Brasil, China, Coreia do Sul, Reino Unido e nos EUA, representando o ponto de vista de 280 milhões de usuários de smartphones ao redor do mundo.

Além das cinco tecnologias vestíveis mais desejadas, ele mostra que os clientes preveem um grande crescimento da tecnologia vestível depois de 2020, assim como a possibilidade da tecnologia vestível substituir os smartphones e ajudar os clientes a interagirem com objetos e coisas físicas na era da Internet das Coisas (IoT):

Um grande crescimento no mercado de tecnologia vestível depois de 2020

O número de usuários de smartphones que possuem tecnologias vestíveis nos mercados pesquisados dobrou no último ano. No entanto, os clientes preveem que levará pelo menos mais um ano para a geração atual de tecnologias vestíveis se tornar convencional.

Um conjunto mais diversificado de tecnologias vestíveis, como dispositivos de segurança pessoal e roupas inteligentes, será o foco depois de 2020 – e, quando isso acontecer, pode-se esperar um grande crescimento no mercado. Um em cada três usuários de smartphones acredita que utilizará, no mínimo, cinco tecnologias vestíveis conectadas depois de 2020.

Tecnologias vestíveis para transformar smartphones em simples telas

A integração dos smartphones com todos os aspectos da vida cotidiana faz com que seja difícil imaginar um futuro sem eles. Mas, 43% dos usuários de smartphones ao redor do mundo e 47% dos usuários de smartphones no Brasil esperam que as tecnologias vestíveis substituam os smartphones. Embora isso possa realmente acontecer, pode-se levar algum tempo. Como as tecnologias vestíveis se tornam mais inteligentes e independentes em termos de fatores como conectividade, a tela do smartphone pode se tornar menos significativa. 38% dos usuários de smartphones dizem que as tecnologias vestíveis serão usadas para realizar a maioria das funções dos smartphones em apenas cinco anos.

Andre Gualda, especialista do ConsumerLab da Ericsson para América Latina e Caribe, diz: "Os primeiros sinais de desapego dos smartphones podem ser vistos hoje, com 40% dos usuários dos atuais smartwatches já interagindo menos com os seus smartphones."

A tecnologia vestível trazendo pessoas para o ecossistema IoT

A tecnologia vestível também vai acelerar a convergência entre os mundos digital e humano, trazendo as pessoas para a IoT. Embora os clientes estejam confiantes de que a tecnologia vestível os ajudará a interagir com objetos que estão ao seu redor, eles também dizem que essa tecnologia pode não ser necessariamente de dispositivos. 60% acreditam que os comprimidos ingeríveis e chips sob a pele serão comumente usados nos próximos cinco anos – não apenas para rastrear os dados de saúde vitais, mas também para abrir portas, autenticar transações e identidade, além de controlar objetos. Atualmente, 25% dos donos de smartwatches usam seus smartwatches para controlar remotamente outros dispositivos digitais em casa, e 30% usam a pesquisa por voz em seus smartwatches.

Gualda observa: "Embora os clientes mostrem maior interesse nos dispositivos relacionados à segurança, você também verá uma abertura à tecnologia vestível mais adiante na geração de hoje. Em cinco anos, andar com um sensor ingerível, que rastreia a temperatura do seu corpo e ajusta a configuração do termostato automaticamente quando você chega em casa, pode ser uma realidade."

Principais índices para o Brasil

31% dos usuários de smartphones no Brasil, com idades entre 15-65 anos, já usam ou possuem uma tecnologia vestível. A mais popular são os smartwatches (45%) e rastreadores fitness (43%).Smartwatches são mais atraentes para homens; cintas fitness para mulheres.Os brasileiros estão satisfeitos com suas tecnologias vestíveis. Três quartos dos seus usuários de tecnologias vestíveis as recomendariam para outras pessoas, em comparação à metade dos usuários globais que faria o mesmo. Há uma alta preferência por tecnologias vestíveis com celulares integrados e conectividade Wi-Fi.

No Brasil, mais de 40% prefeririam ter os dois tipos de conectividade.Várias barreiras no Brasil estão relacionadas ao custo. 68% acreditam que as tecnologias vestíveis são caras e 38% consideram que manter todos os dispositivos digitais com internet é algo dispendioso.54% dos usuários brasileiros de smartphones acreditam que o passaporte e o documento de identidade serão substituídos por tecnologias vestíveis com identidade permanente nos próximos cinco anos.47% dos usuários de smartphones no Brasil dizem que, nos próximos cinco anos, as tecnologias vestíveis serão usadas para realizar a maioria das funções de smartphones, mas não todas. No entanto, um número igual discorda dessa previsão.

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