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10 tendências de consumo da Ericsson para 2017: Inteligência artificial e realidade virtual

Disponível em Español Português
Press release
Dec 06, 2016
Robôs conectados na casa
  • Consumidores esperam que a inteligência artificial (IA) passe de assistentes para gerentes
  • Realidade virtual não se distinguirá da realidade física em apenas três anos
  • Metade dos entrevistados brasileiros acredita que não existe mais privacidade digital

Olhando para o futuro, o ConsumerLab da Ericsson (NASDAQ: ERIC) apresenta a sexta edição do seu relatório anual de tendências: As 10 principais tendências de consumo para 2017 e os próximos anos.

IA é um tema importante este ano e, para os consumidores, é algo que desempenha um papel muito mais proeminente do que antes, tanto na sociedade quanto no trabalho. Na verdade, 50% dos usuários avançados de internet em São Paulo desejam um consultor de IA no trabalho e 1 em 4 pessoas gostaria de ter uma IA como gerente.

Estas são as 10 tendências para 2017 e os próximos anos:

1. IA em todos os lugares: Em São Paulo, 50% dos usuários avançados de internet desejam um consultor de IA no trabalho (comparados com os 35% mundialmente) e 1 em 4 pessoas gostaria de ter uma IA como gerente. Ao mesmo tempo, quase 6 em 10 indivíduos se preocupam que robôs com IA farão com que muitos percam seus trabalhos.

2. Ditando o ritmo da Internet das Coisas: Os consumidores de São Paulo estão cada vez mais utilizando aplicativos automatizados, incentivando a adoção da IoT. Dos entrevistados, 58% acreditam que os smartphones aprenderão seus hábitos e realizarão atividades em seu nome automaticamente.

3. Pedestres dirigem carros autônomos: Carros podem não existir no futuro. No Brasil, 1 em cada 4 pedestres se sentiria mais seguro cruzando uma rua, se todos os carros fossem autônomos e 60% deles prefeririam ter um carro autônomo.

4. Realidade mesclada: Mais de 70% dos usuários de realidade virtual em São Paulo acredita que a realidade virtual ficará indistinguível da realidade em apenas três anos. Mais de 60% dos entrevistados já estão interessados em luvas ou sapatos que permitem que você interaja com objetos virtuais.

5. Corpos sem sincronia: Conforme carros autônomos se tornam uma realidade, os problemas de cinetose (enjoo causado por movimento) relacionados ao movimento do carro aumentarão. Além disso, 4 em cada 10 pessoas esperam precisar utilizar remédios para tratar os sintomas. Em São Paulo, metade dos indivíduos também deseja remédios contra cinetose para utilizar com a tecnologia de realidade virtual e aumentada.

6. O paradoxo da segurança de dispositivos inteligentes: Mundialmente, mais da metade das pessoas já utiliza alarmes de emergência, rastreamento ou notificações em seus smartphones. Dos que dizem que o smartphone faz com que eles se sintam mais seguros, três em cada cinco dizem assumir mais riscos, pois confiam no telefone.

7. Silos sociais: Atualmente, as pessoas transformam suas redes sociais em silos voluntariamente. Quase 40% dos entrevistados em São Paulo dizem que as redes sociais são sua maior fonte de notícias. E mais de um em cada três indivíduos valoriza as opiniões dos seus contatos mais do que o ponto de vista de políticos.

8. Realidade pessoal aumentada: Em São Paulo, 7 em 10 pessoas gostaria de utilizar óculos de realidade aumentada para iluminar ambientes escuros e destacar perigos (comparado a mais de metade das pessoas mundialmente). Quase metade também gostaria de editar elementos perturbadores ao seu redor.

9. A divisão da privacidade: Dos usuários avançados de internet em São Paulo, 55% desejam utilizar apenas serviços criptografados, mas as pessoas estão divididas. Metade gostaria de ter um pouco de privacidade em todos os serviços e a mesma quantidade acredita que a privacidade é algo que não existe mais.

10. Grandes tecnologias para todos: Mais de 60% dos usuários avançados de internet em São Paulo gostaria de adquirir todos os seus produtos das cinco maiores empresas de TI. Desse número, mais de três em quatro acreditam que isso acontecerá apenas daqui a cinco anos.

Ao refletir sobre a ascensão da realidade virtual, André Gualda, especialista do Ericsson ConsumerLab no Brasil, afirma que: “Além de tempo real, acredito que deveríamos estar falando sobre tempo da realidade. Na verdade, o que chamamos de realidade se torna cada vez mais pessoal e subjetivo. Os consumidores optam por estar próximos de pessoas com mentalidade semelhante as suas, nas redes sociais, além de também personalizarem a maneira como vivem no mundo com as tecnologias de realidade virtual e aumentada”.

“Os consumidores também querem que o futuro permaneça totalmente móvel, implicando que a demanda pela conectividade rápida e instantânea com baterias que respeitem o meio-ambiente cresçam rapidamente. Nesse sentido, o tempo da realidade significa que o momento das redes 5G já chegou”.

As opiniões no relatório “As 10 principais tendências de consumo para 2017” são baseadas nas atividades de pesquisa global do Ericsson ConsumerLab realizadas em mais de 20 anos e nos pontos de dados coletados a partir de uma pesquisa online de 2016 feita com usuários avançados de internet nas 14 principais cidades do mundo. Embora o estudo represente apenas 27 milhões de cidadãos, o perfil de usuários pioneiros torna esse número importante para que possamos compreender quando explorar tendências futuras.

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