- Crescimento acelerado da mobilidade, aumento no volume de tráfego de dados e demanda de usuários por novos serviços são um constante desafio para o setor.
- CIOs buscam inovar aumentando a agilidade de reposta das demandas de mercado e, ao mesmo tempo, otimizando processos e operações para reduzir o orçamento e os custos com a operação legada.
- Operadoras de rede móvel estão mais abertas às mudanças e à implementação de sistemas de software e em nuvem.
A Ericsson (NASDAQ: ERIC) apresenta hoje o estudo “O CIO Transformador”, que mostra como os executivos de alto nível estão acompanhando e reagindo a transformação da indústria TIC (Tecnologias da Informação e Comunicação). A pesquisa, realizada pela consultoria IDC, entrevistou 47 executivos ao redor do mundo para analisar os desafios e as expectativas dos profissionais de cargos de liderança na área de tecnologia.
As conclusões gerais focam em questões relacionadas às mudanças na indústria TIC:
- Executivos de TI em empresas TIC buscam inovar aumentando a agilidade para responder às demandas de mercado e, ao mesmo tempo, otimizando processos e operações para reduzir o orçamento e os custos com a operação legada.
- Os principais pontos problemáticos são complexidade, ineficiência, comunicação interna precária, tempo de resposta ao mercado, restrições orçamentárias, escassez de competências e legado tecnológico.
- Eles ainda utilizam amplamente os tradicionais conceitos de OSS e BSS, mas acreditam que esses conceitos terão que mudar para acomodar as demandas de agilidade e virtualização.
- Assumem que serão as pessoas responsáveis por comandar as redes virtualizadas.
- Para as operadoras que foram formadas a partir de fusões e aquisições, a integração é uma preocupação tão importante quanto a transformação.
- Muitos acreditam que cinco anos é um período longo demais para um plano tecnológico detalhado.
- Grande parte acredita que pode liderar ou colaborar com empresas líderes no setor para a evolução tanto dos negócios quanto da tecnologia da operadora.
- O conteúdo por muitas vezes é uma prioridade estratégica tão importante quanto os serviços TIC.
O crescimento acelerado da mobilidade tem influenciado as empresas desse setor e está se tornando um constante desafio. Essa crescente demanda provocou o desenvolvimento e a capitalização de diversos serviços, mas introduziu novos desafios para diversas organizações – como o aumento no volume de tráfego de dados.
O estudo também identificou um espectro de operadoras de telecom que vão desde as mais tradicionais até as focadas em banda larga e redes de negócios. Segundo a análise, operadoras tradicionais – geralmente, as focadas em telefonia fixa – encontram grande dificuldade em modernizar o seu setor de TI. Por outro lado, as operadoras de rede móvel e comercial são mais abertas para a transformação e estão investindo em soluções de TI, como nuvem e soluções em software.
André Kraemer, diretor de Redes Core e Cloud para América Latina, Ericsson, diz: “Os investimentos em TI podem ajudar as operadoras a gerenciarem a complexidade da mudança, acelerarem a adoção de novas tecnologias e adicionarem inteligência ao resultado final. Essa inteligência de TI, sob a forma de software integrado, análise de dados, gerenciamento de informações e controles – incluindo a segurança –, é um requisito prévio para as redes e sistemas serem capazes de suportar as transações, insights e automações necessárias para satisfazer os requisitos dos usuários.”
A Ericsson é a fornecedora líder do setor de telecomunicações com mais de 40% do mercado na América Latina e tem mais de 100 contratos na região. Por isso, está à frente dessa transformação do mercado, que está se expandindo para mais áreas da sociedade e dos negócios e criando oportunidades notáveis de inovações disruptivas que estão surgindo em indústrias, serviços públicos e na sociedade conectada.
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Na América Latina estamos presentes desde 1896, quando entregamos equipamentos pela primeira vez na Colômbia. No início do século XX aumentamos nossa presença na região ao firmar acordos na Argentina, Brasil e México. Hoje, estamos presentes em mais de 50 países da América do Sul, América Central, México e Caribe, com instalações completas, como unidade de Produção e Centro de Inovação com atividades de pesquisa e desenvolvimento (P&D), além de Centro de Treinamento. A Ericsson é a fornecedora líder do setor de telecomunicações com mais de 40% do mercado na América Latina e mais de 100 contratos de serviços de telecomunicações na região.