Com a promessa de revolucionar o agronegócio em grande escala, cada vez mais a digitalização na agricultura é pauta de gestores e profissionais do campo. A conectividade lidera esse caminho, o qual permitirá uma alta precisão aos processos.
Apesar dos desafios de prover conectividade em grandes extensões, um atraso em abraçar essa tendência certamente pode limitar o alcance de bons resultados esperados para o setor. Para se ter ideia, uma pesquisa apresentada pela American Farm Bureau Federation apontou que uma conexão de alta velocidade poderia gerar de US$18 bilhões a US$23 bilhões por ano se o segmento da agricultura contasse com o recurso e outros mais recentes, como a internet das coisas (IoT) e a inteligência artificial (IA).
Nesse cenário promissor, ao mesmo tempo em que traz alguns obstáculos para a adoção, listamos 4 argumentos para empresas que precisam implantar a inovação, mas ainda não têm certeza de que esta é a melhor decisão. Confira!
Familiaridade adiantada com tecnologia
A indústria agrícola mudou radicalmente nas últimas décadas. Os avanços nas máquinas expandiram a escala, a velocidade e a produtividade dos equipamentos agrícolas, levando a um cultivo e gestão mais eficientes. Sementes, irrigação e fertilizantes também melhoraram muito, ajudando os agricultores a aumentar a produtividade.
Agora, a agricultura está passando por mais uma revolução, no centro da qual estão os dados e a conectividade. Inteligência artificial, análises, sensores e outras tecnologias emergentes podem aumentar ainda mais os lucros, bem como gerar mais sustentabilidade em todo o cultivo de safras e pecuária.
Esta jornada é chamada de transformação digital. Ela inicia-se com a conectividade, e avança para a automatização e transformação dos processos. Trata-se de um processo longo de transformação, que deve ser iniciado o mais cedo possível. As organizações que estiverem na frente em relação a essas e outras tecnologias certamente serão pioneiras na denominada agricultura de precisão. Isso porque muito provavelmente nem todos os produtores irão investir em soluções avançadas como o 5G ou outras soluções disruptivas nesse momento, o que faz com que aqueles que já consideram ou as aplicam hoje, possam lançar tendência e se destacar no mercado pelos próximos anos.
Rentabilidade e produtividade da colheita
Segundo a McKinsey Global Institute, se a conectividade for implementada com sucesso na agricultura, esse setor poderá agregar US$ 500 bilhões em valor adicional ao Produto Interno Bruto (PIB) global até 2030.
Na prática, isso significa que empresas que contarem com processos como análise de dados ágil, precisa e inteligente, podem ter melhores resultados a médio e longo prazos, acompanhando e se destacando da concorrência.
Entre as atividades que podem ser otimizadas está a colheita, já que com as análises automatizadas, é possível investigar os principais detalhes de cada cultivo, utilizando o mesmo espaço de terra com a aplicação de produtos e plantação mais inteligente.
Interação de equipamentos, pessoas e máquinas
Já começam a surgir exemplos de fazendas operadas praticamente por tratores e colheitadeiras autônomas, um cenário habilitado pelo 4G. Esse, por sua vez, produz um resultado rápido: redução de custos. Afinal, além de poder trabalhar ininterruptamente, o uso de máquinas inteligentes permite, por exemplo, analisar desde o melhor horário, até o melhor sentido para a colheita.
Neste processo, é fundamental que as atuais equipes sejam capacitadas para atuar em atividades estratégicas, enquanto as máquinas ficarão responsáveis por atividades até então manuais, bem como pela coleta e armazenamento de dados.
Análise precisa de dados
Se tudo no campo gera dados, a conectividade é fundamental para coletá-los e analisá-los. Com a conectividade na agricultura, as equipes podem contar com informações volumosas e precisas em tempo real. Isso permite tomar decisões mais ágeis e assertivas mesmo com a mudança inesperada de planos, como uma temporada de seca não prevista.
A conectividade no campo é uma realidade e, por isso, está tão em alta, principalmente em um país em que o setor causa um alto impacto na economia. A Ericsson, companhia que desde 1876 vem desenvolvendo tecnologias para aprimorar a sociedade, pode levar conectividade celular 4G e 5G ao agronegócio e impulsionar a inovação em todos os locais do Brasil.
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